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Arroz Pica no Chão

8.8.18



Há cada vez menos blogs de gente que vem contar o que pensa sobre determinado assunto, ou que vem só desabafar (seja porque se acha espectacular, ou porque só quer sentir que faz parte de alguma coisa), não é?
Pode ser impressão minha, porque alguns dos blogs que mais gostava de ler acabaram, mas acho que não. Há uns anos dizia que isto, a febre dos blogs (escrevia blogues na altura), estava a começar outra vez, só não sabia é que iam seguir a tendência da profissionalização e os que não fossem por aí terminariam.
Eu também já não tenho a mesma ânsia de vir aqui todos os dias vociferar/partilhar/realizar pensamentos mas continuo a sentir que devo fazê-lo (pode ser que dê jeito à minha biógrafa [agora imaginem que eu tinha um blog por me achar espectacular], apesar de manter um diário manuscrito).
A propósito de partilhas, estive na semana passada a ver as gravuras de Foz Côa e a pensar no que terá levado aqueles homens a desenhar bonecos sobrepostos em determinados sítios, quando na mesma rocha tinham muito mais espaço para o fazer. Depois ocorreu-me que sempre imaginei homens a desenhar e não mulheres. E que tudo o que estávamos a ouvir sobre o assunto, ainda que baseado em muitos estudos científicos, era uma falácia. Parecia mesmo que os gajos estavam só a "crossar", como dizia a Bea. Mas já delirávamos, estavam mais de 40 graus, afinal.
Antes de descer a Penascosa, espreitámos a exposição do Júlio Pomar no Museu. Daqui a 20 mil anos estarão os vindouros a olhar para as matrizes das gravuras deste artista (suponho que as telas não sobrevivam)? E o que pensarão da arte desta época, se ainda existirem humanos?
Céus, sou tão século passado! Nem considero a probabilidade da informação digital sobreviver a quase tudo. Logo eu que mantenho um blog para a minha biógrafa.
Talvez seja mesmo uma coisa geracional. Os blogs estão para as redes sociais, como o arroz pica no chão está para os novos gourmet, mas eu ainda preciso de estar aqui. De todas as coisas que fui fazendo, como tricotar meias (é verdade, agora que já não vivo num país tropical, posso voltar ao tricot), fazer mantas patchwork, passando por um negócio de amor ao Porto, este blog é o único que se mantém.

P.S Obrigada pela foto Joana Leandro

Já não sou blogger

13.10.16
O Isaac fez anos e teve uma festa exageradamente grande. Mais do que feliz, o petiz esteve birrento e cansado. Vieram duas amigas de Portugal visitar-nos e viveram aqui em casa mais de uma semana. Antes disso, participei numa road adventure (atentem na chiqueza do nome) e conheci mais uns sítios incríveis aqui em Timor. Esfolei os joelhos, e tudo, e tive um certo medo que acontecessem coisas piores enquanto subíamos rio acima para chegar a uma cascata. Mas chamar-lhe cascata é injusto, aquilo era uma obra de arte.
Agora, imaginem as imagens que eu poderia mostrar com filtros do instagram, ou sem filtros. Imaginem o que eu poderia dizer . Pois. Parece-me que já não sou uma blogger.

Blogger amadora

26.5.15
O carteiro trouxe-nos uma multa por termos passado na via verde sem pagar. Bem, na verdade quem recebeu a multa foi o Jaime, que eu não conduzo, como se sabe, mas nestas coisas tenho de ser solidária. A multa trazia uma matrícula desconhecida e ninguém se lembrava de termos atravessado a portagem em Alverca na data mencionada, por isso fui à procura no meu blog a ver se havia alguma referência ao acontecido. Pelos vistos não me pareceu relevante mencioná-lo, mas por causa disso estive a ler comentários que não tinha lido na altura.
Ando para aí a dizer em todo lado que tenho um blog e depois nem sequer sei activar o aviso de novos comentários.
Ainda por cima, quem acabou por resolver o imbróglio foi o instagram da minha filha. Ou seja, blog-0 instagram-1.

Falta-me assim um bocadinho para chegar aos tornozelos dela

7.11.14
Haverá poucas pessoas neste universo dos blogs que não conheça a Ana de Amsterdam e, entre estas, serão poucas as que não a admiram. Eu não sou excepção, evidentemente. Acho-a genial e estou em crer que o romance que mais tarde ou mas cedo vai  publicar, será o evento literário do ano. Por isso, imaginem a minha cara quando me perguntaram se ela era o meu alter-ego.

Ter um blog pode ser, mesmo, muito stressante

20.3.14
Primeiro procuro a máquina fotográfica, como não a encontro ligo a perguntar se é ele que a tem. Sim, confirma-me. Depois tento perceber como funciona a câmara do computador, vasculho o Windows todo, pergunto ao google, tento fazer actualizações ao programa, etc. Nisto passou-se uma hora, à vontadinha.
Lembro-me que temos a outra câmara, uma Nikon, em que é preciso usar o ocular do visor para tirar as fotos. Até fiquei baralhada, mas foi um fartote de fotos às obras e às flores que colhi num jardim público.
A ideia era escrever um post tipo: Isto está um caos mas, who cares, chegou a Primavera!
Quando cheguei à parte de passar as fotos da máquina para o computador verifiquei que o cartão da mesma, obviamente, não encaixava em nenhum buraco do computador. Novo telefonema. Tinha de procurar o cabo. Procuro o cabo, encontro o cabo, ligo o cabo, e nada. Desligo e ligo. Desligo e ligo. Novo telefonema. Fico a saber que a máquina às vezes tem este comportamento e que é por isso que existe o leitor de cartões, que, obviamente, não está aqui em casa. Nisto passou-se outra hora, à vontadinha.
A sério, é um desgaste ter um blog, sobretudo com a casa em obras, porque agora vou ter de ir ali fazer xixi no pote do Nicolau, visto não ter sanita.

As contradições do mundo no meu mural

6.3.14
Há uma crise na Ucrânia. Uma tragédia na Síria. Um "vale da morte" na Suazilândia. E um ouriço fofo que morreu.

Grandp. blogs

10.12.13
Digam lá se o mundo não seria muito melhor se tivéssemos tantos blogs destes como baby blogs?

Comentários

7.12.13
Este blog não tem só comentários de mau gosto. Aliás, tem mais comentários de muito bom gosto do que o contrário. Os dois que se seguem não me saem da cabeça:

"'Nada é natureza, e, no entanto, tudo é já naturalmente como é.'(Elfriede Jelinek)", Verão80

"Acho que foi o Eça que disse que o ideal é uma casa no campo com uma porta de serviço para o Chiado", Joana Jordão.

Este blog é uma sanita

12.11.13
Queridas pessoas que passam por aqui, e que são muitas mais do que alguma vez poderia imaginar, tenho uma terrível notícia para vos dar: este blog, tirando algumas pessoas que me permitiu conhecer pessoalmente e uma ou outra experiência que me permitiu vivenciar, não serve para nada. E isso é o melhor que se pode esperar de alguém, ou de alguma coisa. Não tem utilidade prática. Só serve para me aliviar, tipo uma sanita, e as sanitas são uma cena recente, acreditem, ou não. Ou seja, o acto de me aliviar teria de existir com ou sem blog.
Eu nem sequer preciso do blog para me lembrar de momentos marcantes (mentira, já o usei precisamente para isso, mas agora não interessa), quando tenho o Isaac a perguntar-me várias vezes. "Lembras-te daquele jardim com muitos caminhos e estátuas? Ou, "lembras-te quando me contaste aquela história?" Ou, "lembras-te quando fomos de comboio para a casa do Porto"...

(Agora reparo que falta uma espécie de conclusão, mas não tenho, desculpem.)

"Manual de Instruções para Sobreviver aos 40, continuar sexy, com alguma vida sexual e não parecer uma lontra“

11.7.13
Por causa de uma daquelas associações de ideias lembrei-me que a rititi foi, em tempos, tema de conversa numa das minhas consultas psiquiátrica (e não, não fui eu que puxei o assunto). Depois, vi este vídeo e pensei que devia ter ido pedir-lhe um autógrafo (mas antes disso pensei: uau, que gira!).

Na rede

20.6.13
Há uma pessoa que eu não conheço (não conheço, pois não alexandra g.?) que me convidou a participar neste blog. Depois de ler vários posts, para trás e para a frente, e de ter ficado bastante intrigada com o convite, lá comecei muito timidamente a escrever umas coisas, ainda que continue sem perceber o que terá a alexandra g. visto em mim.
A verdade é que eu também não sei muito bem o que vi no "imprecisões", mas quando uma pessoa lê num mesmo post "Viaggio in Italia" (não sei se ela se refere ao filme do Rossellini, mas foi esse que li) e petinga em conserva de tomate com picante, fica completamente rendida. Digo eu.

A sério?

28.5.13
"This is             Optical Co., Ltd., a worldwide popular eyeglasses store which has over 580,000 fans on Facebook. I found that your blog is so fantastic & awesome, so here I was wondering if there is any possibility of cooperating with you."

Às vezes a internet é uma coisa deveras assustadora.

Ainda não tenho os óculos novos

24.5.13
Eu gosto de fazer desvios nos meus percursos blogoesféricos habituais, mas depois bato de frente com a minha insignificância perante alguma da inteligência que circula em alguns círculos e fico deprimida. Se calhar gosto de ficar deprimida, não sei, ou então é uma forma de ser, como outra qualquer. Mas tenho pena que me falte o entusiasmo, porque há coisas bonitas a acontecer na minha vida e pessoas que acham que sou entrevistável.

(Eu sei que parece que o título não tem nada a ver. E não tem mesmo.)

E o prémio de melhor comentário de sempre vai para...

21.5.13
O Anónimo 21 Maio, 2013 17:39, pois claro.

"Sois todas passadas,coitados dos filhos que têm mães assim,ide trabalhar que o GASPAR agradece..........Já me esqueçia não gostas de trabalhar."

I' m a bad stay-at-home mom too, Penelope

17.4.13
A Rosa Pomar atirou umas achas para a fogueira do homeshcooling, no facebook, e eu de link em link fui parar a este post. Obviamente, sorri e acenei afirmativamente várias vezes para o ecrã:

"Often, because of where we are in life, we have to do something that is not easy for us to do. We try anyway".

"So then don't tell people who hate staying home with kids that they shouldn't stay home. Because I don't tell you that even though your kids need to eat you should not go to work because you don't have the temperment. I think we just have to figure out how to work with what we have. No one has a perfect personality for every stage of their life".

Depois, como não poderia deixar de ser, fui fazer o teste para ver qual era o meu tipo na classificação de Myers Briggs (MBTI) e diz que sou uma ENFP. Ainda não sei exactamente o que é que isso quer dizer, mas estou prestes a descobrir. Gosto tanto de testes de personalidade! já ganhei o dia.

Este blog

17.2.13
Estava aqui a pensar no que este blog já fez por mim. Além de, possivelmente, me ter ajudado a lidar com as coisinhas de todos os dias, ao servir de fossa séptica para as merdas que sinto vontade de deitar cá para fora, este blog fez duas coisas extraordinárias: trouxe pessoas novas para a minha vida e arranjou-me um emprego. Portanto, acho que não será exagero dizer que este blog é espectacular.
E só não é para lá de espectacular porque falta-lhe fazer mais uma coisinha por mim (visto que proporcionar-me um rendimento para pagar as contas é uma coisa que este blog não sabe fazer), que é pôr-me num dos episódios do Odisseia. Até tenho uma ideia de como poderia ser a cena e tudo: Começava comigo a passar por eles a correr feita louca, a segurar o Nicolau debaixo dos braços (assim como as pessoas que não sabem pegar em bebés) com um lama atrás de mim. Eles ficavam a olhar para nós, depois olhavam um para o outro, encolhiam os ombros e continuavam a andar e a conversar sobre qualquer coisa. Mais à frente a cena repetia-se e a seguir apareciam os três (o Gonçalo, o Bruno e o Tiago) a discutir, na narrativa paralela. Pelo vistos nenhum deles tinha escrito aquilo.
Voltam à cena em que estou a fugir de um lama com o Nicolau nos braços e decidem perguntar porque é que é que eu estou a correr. E eu digo que estou a fugir do lama, sempre sem parar de correr. Depois passo perto deles, peço-lhes para segurarem no Nicolau e continuo a correr com o lama atrás de mim. Entretanto aparece o Jaime e diz: "Ah, estás aí Nicolau. A mamã?". O Bruno reponde-lhe que eu andava a fugir de um lama e o Jaime olha para ele com cara de "pois, estou a ver" e pergunta se o Nuno Lopes vai aparecer. Eles respondem que não sabem. Entretanto, aproximam-se a Bea e o Isaac, que diz que quer fazer cocó. O Jaime despede-se deles, diz que gosta muito do programa e pede-lhes para me avisarem que seguiu para casa com os miúdos.
A seguir o Gonçalo e o Bruno arrancam na autocaravana e um bocado mais à frente vêem-me a fugir do lama. O Bruno põe a cabeça de fora e grita que o Jaime pediu para avisar que já foi para casa com os miúdos.
Não sei, mas acho que isto um bocadinho mais trabalhado era capaz de resultar.

Profissão: blogger. A sério?

5.11.12
Não fui confirmar, mas parece-me que há um padrão nas minhas "pausas" do blog (assim para efeitos de estatística, vamos considerar cinco dias sem escrever uma pausa). E, ainda sem confirmação - há que frisá-lo -, esse padrão parece estar relacionado com a obrigatoriedade de escrever, mesmo que não saiba o quê, ou para quê. Ou seja, se por qualquer motivo eu começo a sentir que devia dizer alguma coisa é certo e sabido que opto por ficar caladinha. Aliás, as pessoas inteligentes que convivem comigo já sabem que a melhor forma de me levarem a fazer coisas é fazerem-me acreditar que sou eu que as quero fazer.
Bom, mas serve esta introdução para contar que fui convidada, enquanto blogger, para uma conferência de imprensa, o que me deixou estupefacta (e na dúvida se não seria por acharem que ainda fazia alguma espécie de jornalismo) e profundamente satisfeita, uma vez que compenso a falta de vaidade no que diz respeito à aparência com uma espécie de orgulho no resto, isto é, na minha brilhante cabeça pensante. 

É claro que se fosse verdadeiramente inteligente teria noção que a minha cabeça, apesar de grande, precisa de muito óleo, que é o mesmo que dizer que deveria ser usada mais frequentemente, o que dá  algum trabalho, portanto o ideal seria apostar na aparência, mais aí teria de voltar à inteligência, porque não há paciência para ser bonita quando não se é naturalmente bela.

Mas, voltando ao convite para a conferência de imprensa posso dizê-lo, sem compromissos comerciais, porque ninguém me pagou para o dizer, que foi a IKEA que gentilmente achou por bem apresentar-me a campanha de peluches que toda a gente conhece, porque toda a gente vai, ou já foi, à IKEA. A questão que se poderá colocar, ou não, é porque é que eu aceitei o convite. 

Pois bem, eu explico:

1) Não tinha mais nada que fazer e, acreditem, a sensação de dizer em voz alta, na conjuntura da minha vida actual, "tenho uma conferência no dia 31" é quase parecida com um orgasmo;

2) O evento foi no Porto e disponibilizaram uma camioneta para levar as pessoas de Lisboa que quiseram/puderam participar. Não há como recusar tal coisa;

3) O padrinho do projecto é o Sobrinho Simões e toda a gente sabe que o Sobrinho Simões é o melhor  médico/cientista do mundo (não tenho provas, pelo que terão de confiar na minha palavra, mas posso só dizer que é o responsável por este centro, apesar de pouquíssimas pessoas falarem disso?)

De resto, olhem, se quiserem uma cusquice, porque nestas coisas tem de haver cusquices, digo eu, a Ana Borges é uma mulher bonita. É uma mulher muito bonita, porque não precisa de maquilhagens e roupas extravagantes para parecer uma gaja gira. Mesmo muito gira. Ou muito bonita, para quem faz a distinção entre gira e bonita. E se calhar estou a quebrar todas as regras das conferências de imprensa para bloggers + mais pessoas da socialite, mas, como devem calcular, estou-me a marimbar (mais ou menos, porque acabei de censurar o estou-me a cagar).

Vaidade

9.10.12
Eu ainda não recebi a massa Milaneza para as crianças, porque decidi dar a morada da casa nova a achar que ia lá passar a semana a limpar vidros e armários e depois tive de ficar na antiga casa, que por acaso é a que estou a habitar, sem frigorífico, mas deu-se o caso do bebé ficar doente, como já toda a gente sabe. 
Ainda assim, e para verem como me sinto importante por quererem mandar-me massa para casa, já estou a falar disso. Também já me quiseram dar dinheiro para escrever sobre determinado assunto, que recusei, por não saber como o fazer, e já convidaram as minhas crianças para um evento, que também me vi obrigada a declinar por ser no dia em que chega o meu querido rapaz grande, mas enfim, este interesse das marcas no meu blog deixa-me atarantada.
Atarantada e um bocado vaidosa, admito.

Fazedora-construtora

28.6.12
Como eu estava a dizer ali num comentário, e porque tenho notado que há mais pessoas a passar por aqui que talvez não estejam bem a ver que blogue é este, eu sou só uma doméstica a tentar não morrer de tédio. 
(Vou abrir um parêntesis para assumir também que sou uma jornalista frustrada e um bocado deprimida por não ter encontrado, ainda, uma forma de conciliar a maternidade com a profissão.)
Nessa tentativa, nem sempre conseguida, de evitar entediar-me costuro e faço malha sem qualquer pretensão de originalidade. Aliás, eu sempre defendi que não há ideias originais, há ideias de outras ideias que são de outras ideias e por aí fora. E depois há pessoas talentosas que sabem o que fazer com as ideias, o que não é o meu caso (acho que podemos dar quase como falhado o projecto da "troca" de quilts e eu digo quase, porque recebi uma proposta muito interessante que talvez conte um dia destes). Portanto, mais uma frustração.
E, sim, eu podia concentra-me no que consigo fazer bem, mas isso é precisamente aquilo de que ando à procura, acho eu, porque entretanto perdi-me e já não sei o que procurar ao certo.
Uma querida leitora deste blogue (que estranho que isto soa) disse-me que eu sou uma "fazedora-construtora (de filhos, casas, tecidos, panos, palavras, livros, gente)" e pareceu-me tão bonito que, no momento em que o li, apeteceu-me parar de procurar. Mas aí deixava de ser eu e no fundo, no fundo, eu sou espectacular, como sabemos. 

Facebook

2.6.12
Tal como a maior parte das pessoas com mais de 35 anos que têm um blogue, não sou grande fã do facebook, mas tal como essas mesmas pessoas, e todas as outras, não resisto ao facebook.
A rede social mais badalada é assim uma espécie de fornecedora de ilusões e eu adoro viver iludida. Se preferia passar horas no café a conversar com os meus amigos a sério? Preferia. Mas aí dificilmente me tornaria amiga do José Riço Direitinho.