A passagem do tempo (outra vez*)

19.6.14
Hoje, fui para a praia com a minha amiga de infância. Crescemos juntas, fizemos a primária e o ciclo juntas e, apesar de termos seguido percursos diferentes, continuamos próximas até à maior idade.
Entretanto, a vida, ou lá o que é, separou-nos e passamos a estar juntas muito esporadicamente, mas a Rosa, a minha melhor amiga de infância, aparecia amiúde nas minhas conversas com outras pessoas, com outras grandes amigas.
Curiosamente, há alguns meses, tive de seleccionar umas perguntas para aceder um site e uma delas era, precisamente, o nome da minha melhor amiga de infância, portanto, o nome Rosa, passou a fazer parte do meu dia a dia, como noutros tempos.
E quando me vi com ela em amena cavaqueira, hoje, enquanto os nosso filhos brincavam no mar, pareceu-me absolutamente incrível que tenham passado tantos anos desde que nos conhecemos.
Por muito mais conhecido que seja, não deixa de ser um fenómeno que a primeira metade da minha vida vivida tenha demorado uma eternidade e a segunda tenha acontecido num ápice.

*Já não sei quando, ao certo, mas tenho a certeza que tem sido um tema mais ou menos recorrente.

1 comentário:

  1. É um fenómeno mesmo e dizem que na terceira metade piora!

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