BRAUTIGANS
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Casa do Moleiro
Hora do Chá
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Até já, Dili
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Despedi-me de Dili com algumas lágrimas nos olhos. É ridículo, eu sei, mas é verdade. A caminho do aeroporto olhei para o Cristo o Rei,...
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As grandes questões que se levantam em Timor
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Estas montanhas à volta de Dili estão carregadas de uma mística qualquer. É palpável e nem os mais novos passam incólumes à sua presença. O...
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Os mortos não têm inimigos
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O Filipe esteve em Timor-Leste em 2005, quando fez a Volta ao Mundo, e explica muito bem o que significa visitar o cemitério de Santa...
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Em vez de saias e vestidos
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Comprei dois livros na livraria-papelaria "Companhia", umas das duas lojalivru-lojasasan escola que existem em Timor: O ...
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O mar, sempre o mar
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Eu devia ter escrito o post ontem*, depois de regressarmos de Liquiça, cheios de ideias mirabolantes, como a de recuperar o...
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Alguns apontamentos a meio da segunda semana
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Sou a única pessoa nesta família a ser indecentemente atacada pelas melgas, com ou sem repelente. E sou a única com caganeira; Um teki caiu...
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Do azar e da sorte
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Depois de um fim-de-semana e peras (nunca tinha escrito esta expressão) cheguei à conclusão que não dou para s...
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O nosso dia-a-dia
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Estamos há uma semana em Timor e ainda não subi ao Cristo Rei nem fui ao cemitério de Santa Cruz, porque a minha vida tem sido uma...
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Devagar se vai ao longe
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Com tão poucas coisas a preocupar-me neste momento, ponho-me a pensar no que pode correr mal para este país. Os timorenses são ...
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Primeiras impressões de Díli
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Estamos em Díli há três dias e já vi mais sorrisos neste tempo do que em três meses em Lisboa. E não são só as crianças que...
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